Guia de Paraty · Restaurantes
Onde comer em Paraty: o guia da recepção
Paraty tem mais restaurante bom do que dias de viagem. Esta não é uma lista dos melhores: é o que a gente realmente indica na recepção, quando alguém pergunta onde jantar hoje. Muita coisa aqui só abre à noite, então vale conferir antes de sair.

Para uma noite especial
Banana da Terra. A cozinha da chef Ana Bueno, trinta anos no centro histórico e hoje praticamente patrimônio gastronômico da cidade. É onde a gente manda quem está comemorando alguma coisa. Reserve.
Quintal das Letras. No centro histórico, tranquilo, para um jantar sem pressa.
Bartholomeu. Contemporâneo, no centro.
Para qualquer noite
Pupus. Cozinha contemporânea com o mar no centro do cardápio, num salão de janelas turquesa e chão de ladrilho verde. Saem de lá coisas como a paella de frutos do mar, com frutos do mar da estação, arroz pérola, cebola assada, maionese de limão, coentro e pimenta do reino; a couve flor al Josper, braseada, com cremoso de mandioca, curry verde, vinagre de fradinho, flores e Pancs; o tataki de peixe do dia na brasa, com tucupi, alga nori, salada de flores e Pancs e salsa macha; e as texturas de peixes, curado com ovas, defumado com mascavo e pururuca com melado de cana.



Thai Brasil. Rua do Comércio, 308A, no centro histórico. Não confunda com o Thai Paraty: são dois restaurantes diferentes, e este é o que a gente indica. A melhor comida tailandesa da cidade.
Punto Di Vino. Italiano de dono italiano, pizza, massa e risoto, música ao vivo sem exagero e um pátio muito agradável.
Refúgio. Perto do cais. Em noite de lua, a luz bate na água da baía e a vista faz o jantar sozinha.

Primitivo. Carne, principalmente.
Fugu. Japonês.
Dolce Vita. Para massa.
Quintal Verde. Música ao vivo, ambiente relaxado, drinks bons e preço mais camarada. Aceita pets. E abre no almoço, o que por aqui é mais raro do que parece. Tem também a moqueca vegana — banana da terra, palmito real, tomate, cebola e pimentão, com arroz branco, pirão vegano e farofa de dendê. No cardápio ela se chama Sorriso o Lagarto: é assim que se pede. Para quem quer algo mais substancial, a Caborê é a parmegiana da casa — filé mignon à milanesa ao molho de tomate fresco, queijo gratinado, arroz e fritas. E de entrada, o dadinho de tapioca com a geleia especial da casa.


Vale sair do centro
Casa Paratiana. Na Estrada da Pedra Branca, ao lado do alambique da cachaça Paratiana. Também é da Ana Bueno, e aqui ela faz comida caipira: leitão na lata, cuscuz de galinha. No salão tem uma dorna de 120 mil litros. Se você já foi ao Banana da Terra, esta é a outra metade da mesma história.
Marina. No fim da praia do Pontal, a poucos minutos a pé do hotel, pela areia. O chef veio de São Paulo e a comida é boa.
Depois do jantar
Sarau. Rua Marechal Deodoro, 241, no centro histórico, a poucos passos da Igreja Matriz, com mesas boas do lado de fora. Mais tarde o som sobe e o pessoal acaba dançando lá dentro: é o lugar mais animado do centro, e ótimo se a noite for essa. A gente indica pelos drinks e pela música. Da comida não podemos falar, ainda não jantamos lá.
E o Quintal Verde, logo acima, segue com música ao vivo depois do jantar.
Bom saber
- Quase tudo é só jantar. Boa parte destes restaurantes não abre no almoço. Se a ideia é almoçar fora, confirme antes de atravessar a ponte.
- Em feriado e na FLIP, reserve. O centro histórico lota, e as melhores casas enchem dias antes.
- A recepção reserva para você, é só pedir no WhatsApp.